3. A alegria e o esforço da oração

É um cego que grita e diz: Filho de Davi, tem piedade de mim (Lc 18,38), aquele que reza com o corpo e ainda não possui um conhecimento espiritual.

Aquele que antes era cego, depois de ter recuperado a visão e ter visto o Senhor, adorou-o com a proclamação não de “Filho de Davi”, mas de “Filho de Deus”.

Muito são os modos da oração, um diferente do outro; contudo, nenhum nos prejudica, a não ser que não seja oração, mas uma operação diabólica.

Marcos o Asceta,
A lei espiritual 13; 14; 22

Nada é mais poderoso para agir do que a oração e nada é mais útil para se obter o favor divino.

Na oração está incluída toda a prática dos mandamentos, pois nada é mais sublime do que o amor de Deus.

Quem vigia, tem paciência e reza, sem por isso sentir-se oprimido, é claramente partícipe do Espírito Santo. Quem, nessas coisas, sente-se oprimido e suporta pela força da vontade, também logo recebe socorro.

Marcos o Asceta,
Sobre aqueles que se crêem justificados 95-96; 98

A oração é diálogo com Deus brotada da profundeza do coração. De que estado as profundezas do coração têm necessidade para lançar-se rumo ao seu Senhor sem tornar atrás e dialogar com ele sem algum intermediário?

A oração é o rebento da mansidão e da doçura.

A oração é fruto de alegria e de ação de graças.

A oração é defesa da tristeza e do desencorajamento.

Nilo o Asceta,
Discurso sobre a oração 3; 14-16

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