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Presbítero, desde 2001, em São José, SC, membro do clero da Sacra Metrópole de Buenos Aires, Arquidiocese Ortodoxa Grega da América do Sul - Patriarcado Ecumênico.

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DOM PEDRO CASALDÁLIGA – OS 90 ANOS DE UM PROFETA VIVENTE

Dom Pedro Casaldáliga – força e fragilidade de um profeta

Pedro Casaldáliga, Dom Pedro, nasceu em 16 de fevereiro de 1928 em Bolsareny, Espanha. Ingressou na Congregação dos Claretianos e foi ordenado padre em 1952. Vocação missionária, chegou ao Brasil em julho de 1968, na época mais dura da ditadura militar. Foi ordenado primeiro bispo de São Felix do Araguaia, Mato Grosso, em 23 de outubro de 1971. Seu compromisso cristão com os mais pobres ficou claro em sua primeira carta pastoral: “Uma Igreja da Amazônia em conflito com o latifúndio e a marginalização social”.

Adotou como lema para sua atividade pastoral Nada Possuir, Nada Carregar, Nada Pedir, Nada Calar e, sobretudo, Nada Matar.

Em pouco tempo sua figura transcendeu os limites da diocese, pois contribuiu decisivamente na fundação de duas entidades-chave na história da Igreja brasileira: a Comissão de Pastoral da Terra (CPT) e o Conselho Indigenista Missionário (CIMI), organismos fundamentais na luta em favor da Reforma Agrária e do respeito aos povos indígenas brasileiros. Leia o resto deste post »

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LUZ NAS TREVAS DE DACHAU

Bem-aventurado Karl Leisner (1915-1945)

Em 27 de janeiro foi celebrado mais um Dia da Memória, recordando o 27 de janeiro de 1945, quando o exército alemão foi derrotado e os russos entraram na Alemanha destruída. É um dia dedicado às vítimas do anti-semitismo, do ódio ao povo judeu morto nos campos de concentração. É a Jornada do Holocausto, a SHOAH.

Vale a pena ter presente que nos momentos e lugares dramáticos da história humana, por mais densas que sejam as trevas, sempre há alguma luz a indicar que a última palavra é da vida e do amor, e não da morte.

Nossa memória se fixa no campo de concentração alemão de Dachau, onde, a partir de 1940, os nazistas instalaram a “barraca dos padres”, local de prisão dos padres que tinham sido surpreendidos em atividades anti-nazistas. Ali estiveram presos 2.720 religiosos, dos quais 1.024 não saíram vivos. Em sua maioria eram padres católicos, mas não faltaram pastores protestantes, popes ortodoxos. Nesse mundo de dor, cercado de ódio, viveram o que Francisco denomina “ecumenismo de sangue”, uma unidade brotada da vida doada pelos irmãos cristãos, sem controvérsias dogmáticas, unidos pela fé em Jesus Cristo.

Ali estava prisioneiro Karl Leisner (*1915), diácono da diocese de Münster, onde tinha ingressado no seminário. A prisão foi castigo de algumas palavras que dissera em apoio ao atentado contra Adolf Hitler. Karl estava tomado pela tuberculose, num estado de saúde agravado pelas consequências da má alimentação, dos maus tratos, da má acomodação. A cada dia seu quadro se agravava, e era levado para a enfermaria   onde procurava exercer o ministério diaconal confortando os outros doentes.

Mas, seu estado piorava e os colegas da “barracão dos padres” se enchiam de compaixão: como poderiam oferecer a Karl a graça do sacerdócio, tão desejada por ele? Mas, como ordená-lo sem a presença de um bispo?

Karl Leisner num acampamento de crianças

Em setembro de 1940 chegou da França um trem carregado de prisioneiros. Entre eles estava Dom Gabriel Piguet, bispo de Clermont. Era e foi o único bispo francês a ser deportado para um campo de concentração. Um homem corajoso e justo, que colocou igrejas e colégios à disposição dos judeus que neles ocultaram suas crianças.

Tomando conhecimento do drama vivido pelo jovem diácono, com pouco tempo de vida, aceitou ordená-lo padre. Através de canais secretos, chegou a carta do bispo de Münter Clement von Galen, com a autorização para sua ordenação.

No campo de concentração de Dachau, Dom Gabriel Piguet era apenas o prisioneiro número 103.001, com nada a distingui-lo como bispo. Todos os outros presos estavam torcendo para que Karl Leisner tivesse a alegria de ser padre e pudesse celebrar a Missa. Com um pedaço de latão foi feito o anel episcopal, um pedaço de madeira serviu para entalharem a cruz peitoral e até um mitra foi feita em grande segredo.

Era preciso garantir a segurança da celebração e, assim, um deportado judeu ofereceu um concerto de violino para distrair os guardas nazistas, e os pastores evangélicos se ocuparam em preparar um café para comemorar o final do rito. Revestido de suas humildes insígnias episcopais Dom Gabriel Piguet impôs as mãos sobre o jovem companheiro de prisão. Para alegria de todos, era agora o Pe. Karl Leisner. Era o dia 17 de dezembro de 1944. Eram de tal modo agravadas as condições de saúde do jovem neo-sacerdote que somente no dia 26 de dezembro pode celebrar sua primeira Missa.

A ordenação sacerdotal de Karl Leisner foi das mais belas e completas: o bispo oficiante era um prisioneiro francês que dava a vida pelas crianças judias, os padres concelebrantes ofereciam vida naquela Missa no ambiente de morte de um campo de concentração, evangélicos, judeus e ortodoxos participavam da alegria dos irmãos católicos. Como insígnias episcopais, um anel de latão, uma cruz de madeira e uma mitra de papelão e, como vestes, o macacão de um prisioneiro com o número 103.001. Nessa grande e bela Liturgia, se fazia presente a beleza do sacerdócio: dar a vida como Cristo a deu, proclamando o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

Quando os americanos libertaram o Campo de Dachau, em abril de 1945, Pe. Karl ainda estava vivo. Mas não se reergueu, morrendo em 12 de agosto de 1945.

Em 23 de junho de 1993, o papa João Paulo II o declarou Bem-aventurado: o sacerdote por oito meses foi um mártir da fé cristã, colocado diante de todos como luz que brilhou nas trevas.


Pe. José Artulino Besen

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 I DIA MUNDIAL DOS POBRES

Crianças com fome

 “Não amemos com palavras, mas com obras”

“Meus filhinhos, não amemos com palavras nem com a boca, mas com obras e com verdade” (1 Jo 3, 18). Esse mandamento de Jesus transmitido ao Discípulo Amado foi escolhido por Francisco como palavra orientadora para o I DIA MUNDIAL DOS POBRES, neste ano em 19 de novembro. Um convite a deixarmos as palavras vazias, fáceis de serem proferidas e substitui-las pelas obras concretas, únicas que podem medir o que valemos, únicas que indicam nossa capacidade de responder ao amor de Deus que nos deu seu Filho. A Mensagem papal foi entregue em 13 de junho, dia de Santo Antônio, o Santo dos Pobres. Através dela, de sua riqueza, oferecemos alguns pontos de vivência e reflexão.

Quando Pedro pediu que se escolhessem sete homens “cheios de Espírito e sabedoria” (At 6, 3) que assumissem o serviço aos pobres, temos um dos primeiros sinais com que a comunidade cristã se apresentou no palco do mundo: o serviço aos mais pobres. Os discípulos de Jesus expressavam o ensinamento principal do Mestre que tinha proclamado os pobres bem-aventurados e herdeiros do Reino dos céus (cf. Mt 5, 3). «Vendiam terras e outros bens e distribuíam o dinheiro por todos, de acordo com as necessidades de cada um» (At 2, 45). Isto mostra como os cristãos tinham claro que a misericórdia não era retórica, mas necessidade concreta de partilha na primeira comunidade. Leia o resto deste post »

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BEM-AVENTURADO PADRE JOÃO SCHIAVO

Pe. João Schiavo

Padre João Schiavo – bem-aventurado

É motivo de alegria para a Igreja a proclamação de santos e bem-aventurados. Eles são a elite da comunidade cristã, tendo sido sua vida fiel e radical seguimento de Jesus proposta a todos os cristãos.

No próximo dia 28 de outubro, em Caxias do Sul o Cardeal Angelo Amato representará o papa Francisco na proclamação do Padre João Schiavo como bem-aventurado.

João Schiavo nasceu na Itália, em Sant’Urbano de Montecchio Maggiore, em 8 de julho de 1903. Desde criança desejava ser padre. Quando lhe foi oferecida colocação no serviço público rejeitou-a com firmeza, pois seu caminho era ser padre e ser missionário. Entrou na Congregação dos Josefinos de Murialdo e, em 10 de julho de l927, apenas completados 24 anos, foi ordenado sacerdote.

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FRANCISCO DE ASSIS, O POBREZINHO DE DEUS

Francisco consola Jesus

Há 800 anos Francisco impele o Cristianismo a retornar às fontes: ao Jesus em Belém e a Jesus no Calvário. E deixou-nos, para lembrança contínua, o Presépio e a Via-sacra.

Sua herança não é uma doutrina, mas um espírito, um jeito de ser. A melhor palavra que expressa a mensagem vital de Francisco foi dada pelo primeiro biógrafo, Tomás de Celano: “Francisco foi enviado por Deus num momento em que a doutrina evangélica estava quase esquecida por toda a parte, para mostrar a loucura da sabedoria humana e, com a sua loucura, reconduzir os homens à sabedoria de Deus”.

Este jovem nascido em Assis em 1182, formou seu caráter até o íntimo, mediante a liberdade do cristão, que não é dominador e sim servidor e irmão de tudo, também dos animais, das plantas, das rochas, da água, do sol e da lua. Suas atitudes mostram uma face comovente de sua personalidade e vida, a ponto de parecer incompreensível que quisesse ser um palhaço neste e por este mundo, pois compreendeu que não pode existir um Cristianismo que ao mesmo tempo não seja um escândalo.

Ele é um milagre: não existiu na história cristã – nem em toda a história humana – uma personalidade cuja rica vida espiritual seja construída até o último sobre uma experiência pessoal interior. Nunca existiu tal gênio humano em que, por um instante, o “eu” tenha prevalecido sobre o puro serviço.

Era dotado de enorme bom senso, sabedoria e bom humor. Não era um infantil, era um homem livre desde a juventude, tão livre que podia se dar ao direito de ser criança, falar com os animais, com o fogo, tomar atitudes que pareciam tolice, mas eram fruto dessa liberdade interior que se irradiava pelo exterior. Leia o resto deste post »

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PRIMEIROS MÁRTIRES BRASILEIROS

Os Mártires de Cunhaú e Uruaçu

Dia 15 de outubro, na Praça de São Pedro, em Roma, Francisco canonizará o grupo de 30 mártires brasileiros, que foram declarados bem-aventurados por São João Paulo II no ano 2000.  São dois sacerdotes, jovens, pais e mãe de família, crianças e adultos. Foram trucidados e mortos pela fidelidade à fé católica e pela defesa da Eucaristia.

Em 16 de junho de 1645, o Pe. André de Soveral e outros 70 fiéis foram cruelmente mortos por 200 soldados holandeses e índios potiguares. Os fiéis estavam participando da missa dominical, na Capela de Nossa Senhora das Candeias, no Engenho Cunhaú – no município de Canguaretama (RN). O que motivou a chacina? A intolerância calvinista dos invasores que não admitiam a prática da religião católica: isso custou-lhes a própria vida.

A chacina de Cunhaú

O movimento de insurreição contra o domínio holandês já começara em Pernambuco, mas, na capitania do Rio Grande do Norte, tudo parecia normal. Bastou, porém, a presença de uma só pessoa para que o clima se tornasse tenso: Jacó Rabe, um alemão a serviço dos holandeses. Ele chegara a Cunhaú no dia 15 de julho de 1645.

Rabe era um personagem por demais conhecido dos moradores de Cunhaú. Suas passagens por aquelas paragens eram frequentes, sempre acompanhado dos ferozes tapuias, semeando por toda parte ódio e destruição. A simples presença de Rabe e dos tapuias era motivo para suspeitas e temores.

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O POBRE NÃO É NOSSO LIXEIRO

De graça recebestes, de graça dai (Mt 10,8)

Setembro é chamado de “mês da Bíblia”, da Sagrada Escritura, da Palavra de Deus. Para não complicarmos o que Deus nos fala, talvez baste dizer que a Bíblia é o livro da Caridade, manual da misericórdia.

É triste o que se constata em muitas campanhas em benefício de pessoas carentes: alguns oferecem aquilo que não tem mais nenhuma utilidade: roupas sujas e descosidas, sapato sem o par, chinelos gastos, brinquedos quebrados, comida vencida, dinheiro que não compra nem uma bala e assim por diante. Há quem se serve de campanhas de solidariedade para fazer faxina em guarda-roupa, dispensa e casa. Numa palavra, o pobre torna-se nosso lixeiro!

Na mão estendida do pobre ou na coleta de nossa igreja, depositamos a nota de menor valor ou, pior ainda, até moeda já sem validade. O momento da generosidade é transformado na declaração da sovinice, no desprezo pelo necessitado. Não é colaboração, solidariedade, mas atestado de desumanidade. Há um princípio da sabedoria bíblica que nos pede não fazermos aos outros o que não queremos que nos façam (Mt 7,12). Se algo não me serve, também não serve para meu próximo. Leia o resto deste post »

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SANTA EDITH STEIN – A TEOLOGIA DA CRUZ

Edith Stein

“o que vale a pena possuir, vale a pena esperar”

Edith nasceu em Breslau, então Alemanha, hoje Polônia, em 12 de outubro de 1891, numa família de judeus praticantes, última e predileta de 11 irmãos. Foi Uma criança dotada e sensibilíssima e muito cedo pressentiu ser chamada a um grande futuro, mas não sabia qual.

A sua era uma família piedosa e praticante da fé judaica.

Pelos 14 anos, mergulhou numa crise existencial e negou-se a continuar os estudos: “Foi o período no qual perdi a fé de minha infância e comecei, como pessoa autônoma, a rejeitar qualquer orientação, com plena consciência e por livre escolha; e perdi o hábito de rezar”.

Em 1911, foi uma das primeiras mulheres a se inscrever na Universidade de Breslávia. Era uma apaixonada pesquisadora da verdade. Não admitia verdade que não pudesse ser demonstrada.

Seguindo para Göttingen, tornou-se predileta discípula de Edmund Husserl, o grande filósofo alemão da época. Frequentou o curso de fenomenologia: aprende o método de por-se objetivamente diante dos Fenômenos. Deu grandes passos em sua busca da verdade do ser. Leia o resto deste post »

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PADRE LUIZ CARLOS RODRIGUES

Padre Luiz Carlos Rodrigues

Na década de 60 do século passado, especialmente após o Vaticano II, falou-se bastante de vocações “adultas”, isto é, receber no seminário jovens já saídos da adolescência, com maior maturidade afetiva, que tivessem completado o 2º. Grau. A tradição formativa preferia receber vocacionados crianças e adolescentes, e os estudos seminarísticos pediam um percurso de sete anos antes de iniciar o Seminário maior, o que facilitaria o trabalho da formação integral da personalidade. A multiplicação de colégios e ginásios em municípios do interior sinalizava a possibilidade de ingressar no seminário diretamente nos estudos filosóficos, favorecendo a formação no âmbito da família e da comunidade.

Dom Afonso Niehues, arcebispo de Florianópolis, foi favorável a esse novo caminho ainda como experiência, e recebeu vocacionados encaminhados para Curitiba, diretamente para os estudos filosóficos e teológicos. Isso acarretou novas exigências, especialmente na formação humana e religiosa: era desafiante acompanhar um seminarista vindo do seminário menor ou do colégio público. Incluído nos primeiros que trilharam o novo caminho está Luiz Carlos Rodrigues.

Luiz Carlos Rodrigues nasceu em Serraria, Barreiros, São José, SC em 22 de novembro de 1946, filho de Jorge Turíbio e Benta Paulina Farias, numa numerosa família de 10 irmãos. Seu pai era pescador, embarcado, passando tempos fora de casa. Uma família pobre alicerçada na coragem e perseverança da mãe. Sua formação escolar aconteceu em colégios públicos até a conclusão do 2º Grau: estudos primários em Barreiros, ensino fundamental na Escola Industrial de Florianópolis (1960-1963) e o ensino médio no Instituto Estadual de Educação (1964-1967). Leia o resto deste post »

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SANTA PAULINA OU O RETORNO À CANCEROSA

Santa Paulina, em 1940, nos 50 anos em que deixou a casa paterna. Devido à diabete, estava cega e tinha um braço amputado.

Às 5:50h de nove de julho de 1942, aos 77 anos, Madre Paulina do Coração Agonizante de Jesus ingressava na Pátria eterna. Suas últimas palavras: “Misericórdia! Misericórdia!”. Terminava uma aventura espiritual iniciada em Vígolo, Nova Trento no distante ano de 1890: naquele ano, Amábile Visintainer e Virgínia Nicolodi recolheram a cancerosa Ângela Lúcia Viviani e dela cuidaram até a morte.

Com o passar dos dias, meses e anos, mais jovens se juntaram ao ideal de Amábile para cuidar dos doentes, das crianças, dos pobres, dos índios, das missões. Surgia um novo instituto religioso no qual Amábile assumiu como nome e projeto de santificação Paulina do Coração Agonizante de Jesus. Unia, em seu nome, o ardor missionário do apóstolo Paulo e a sede de almas do Coração agonizante de Jesus. Como suas contemporâneas Teresinha de Lisieux, Gema Galgani e Elizabeth da Trindade ela escutava no mais profundo do seu ser o grito de Jesus crucificado: “Tenho sede!”. Estas mulheres santas entenderam que o Senhor não pedia água, pois a sede que sofria era a de almas, de salvar pessoas. No longo caminho de sua existência, de seu calvário físico e moral, Paulina não permitia que escorresse em vão o sangue do lado direito de Jesus: recolhia-o para reanimar as almas enfraquecidas pelo pecado, pela miséria social e religiosa, pelo abandono familiar. Leia o resto deste post »

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SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

Jesus revela seu Coração a Santa Margarida

O Filho de Deus veio ao mundo para revelar o amor de Deus Pai por todas as criaturas, sem perder nenhuma. Veio trazer-nos a mensagem da paternidade divina em sua infinita bondade e compaixão. É essa a mensagem central da Sagrada Escritura: Deus é amor.

Houve períodos da história cristã em que o acento da fé e da vida recaíram no medo de Deus, na justiça divina mais como vingança por nossos erros do que como justiça que nos faz justos gratuitamente.

Nessas horas o Senhor desperta homens e mulheres e lhes dá a graça de sentirem sua misericórdia, anunciando-a pela vida e pela palavra. No século 20 conhecemos a mensagem extraordinária da Divina Misericórdia através de Santa Faustina, que trouxe para a Igreja uma poderosa corrente de confiança no Senhor que nos salva. Também conhecemos a vida de São Padre Pio, que fez do confessionário sua tribuna. Leia o resto deste post »

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