PADRE JOÃO MÜSCH – APÓSTOLO DA BAIXADA FLUMINENSE

João Müsch nasceu em Döttel, Scheven, arquidiocese de Colônia, em 14 de dezembro de 1880, filho de Ludwig Joseph Müsch e de Elisabeth Linden.

 Padre João - sua última fotografia

Padre João – sua última fotografia

Homem feito nos seus 39 anos, veio para o Brasil como seminarista em 1919, e foi incardinado na diocese de Florianópolis em janeiro de 1920. Completou os estudos filosóficos e teológicos em São Leopoldo. Em carta a Dom Joaquim Domingues de Oliveira, de 16 de agosto 1921, o reitor Pe. João Lutgen, SJ se refere ao Sr. João Müsch como de “pequena capacidade científica”, mas satisfatória nos estudos teológicos. Aprendeu, segundo o reitor, aquilo que o direito canônico prescreve para ser padre. Conseguiu dispensa de algumas disciplinas, com exceção de dogma e moral. Foi ordenado diácono em São Leopoldo em 8 de dezembro de 1921 e padre em 1922.

Primeiro campo de apostolado foi Tijucas, como vigário cooperador a partir de 1923 e, ao mesmo tempo, vigário encarregado de São Miguel Arcanjo de Biguaçu. Em 1925, passou a vigário encarregado das duas paróquias, onde era pároco o Pe. Jacó Slater.

Em 15 de março de 1926, Pe. João recebeu um telegrama do bispo: “Siga urgência possível assumir paroquiato São Pedro Alcântara”. Benquisto em Tijucas, com a transferência de Pe. João, em 24 de março de 1926 os moradores da Joaia encaminharam a Dom Joaquim um abaixo-assinado, pedindo o retorno do Pe. João à paróquia de Tijucas. Lembram que há mais ou menos um ano tomou sobre si a construção da igreja da Joaia, e quando tudo ia bem para o início das obras, o transferiram. Consoante o costume diante desses abaixo-assinados, Dom Joaquim respondeu que “Pe. João voltará logo seja possível. Afetuosas saudações”.

Pe. João Müsch era alemão e entrava numa comunidade paroquial de forte imigração alemã, que incluía o Alto Biguaçu, atual município de Antônio Carlos. A provisão foi assinada em 3 de março de 1926, antes do telegrama do dia 15. Foi pároco de São Pedro de Alcântara até 4 de julho de 1927, e empenhou-se bastante na construção da monumental igreja matriz, inaugurada em 1929, no centenário da imigração alemã em Santa Catarina.

Um baile e muitos dramas

Na primeira metade do século XX, eram freqüentes as desavenças entre padre e povo devido aos bailes, fortemente combatidos pelos vigários e párocos especialmente no interior, onde a falta de luz elétrica e fartura de cachaça geravam brigas e desrespeitos entre homens e mulheres. E isso era acentuado nas festas de Padroeiros quando, na véspera, chegavam muitos forasteiros e devotos e, dançando, faziam o tempo passar. Muito prejudicada por essas alegrias etílicas era a Missa de manhã cedo. Do Alto Biguaçu ainda recordo a obediência ao bispo, pois no início do ano o vigário recebia e lia para o povo as licenças para 20 bailes, dez para os brancos e dez para os negros, em dias separados e sem misturas.

Após consulta, o agora arcebispo Dom Joaquim Domingues de Oliveira escreve ao Pe. João em 8 de junho de 1927: “É possível que venha a ter alguns aborrecimentos com a usança dos bailes. Neste ponto, não relaxe, nem aperte a disciplina introduzida , com bons resultados, pelos seus dignos antecessores, especialmente pelo revmo. Sr. Cônego Ohters. Parece que há uns dias determinados e só até a certa hora da noite, ou do dia”.

Pe. João entendeu que o baile estaria proibido à noite e comunicou a proibição à capela de São Pedro e São Paulo, no Louro, cuja festa seria em 29 de junho.

Em 21 de junho de 1927, Frei Evaristo Schürmann, vigário geral, após ter recebido o Superintendente de Biguaçu, reclamando da intransigência do pároco, escreveu a Pe. João a respeito dos bailes: “Não os tolerando, podíamos ser causa de males maiores, com embriaguês, jogos, etc., sobre contrariarmos, sem motivos especiais, um costume até agora estabelecido. Por outro lado, parece que não há acomodações, nem camas, para o grande número de forasteiros que se esperam. Como, pois, o referido Sr. Superintendente se compromete a tomar todo cuidado para evitar abusos, acho que se deve procurar conciliar e transigir”. Por esse argumento, Frei Evaristo prefere o baile à jogatina com cachaça.

A confusão estava semeada e os frutos foram danosos para todos. Pe. Müsch condicionou a Missa à obediência da proibição de baile noturno. E não teve Missa naquele 29 de junho de 1927. Informado das queixas que chegariam a Florianópolis, no dia seguinte à festa, 30 de junho de 1927, Pe. João escreveu longa carta a Frei Evaristo, apresentando sua versão da história. Para ele, as comunidades de Santa Maria, Rachadel e Coração de Jesus estão com ele, apoiando sua campanha contra os bailes e cita o que um brasileiro lhe disse: “Não somos capazes de agradecer bastante ao senhor”, e um outro brasileiro: “o que o Pe. João diz a respeito dos bailes, tudo isto é verdade. De dez, nem um dança decentemente. Sempre fiz bailes, mas não faço mais de minha casa chiqueiro. Se o padre João conceder licença ao Freiberger para bailar, então perderá o Padre todo o respeito que o nosso povo tem para com ele”. (Antônio Leonardo Freiberger era o chefe político do Louro).

Em 2 de julho, Pe. João escreveu a Dom Joaquim retratando a situação dos bailes no Louro onde “centenares de pessoas embriagadas estavam berrando, como animais, na casa de Freiberger, e fora de casa de manhã da festa, também na hora da Missa”. O caso era que só se permitia os bailes de dia, conforme comunicara ao povo. A isso, Freiberger respondeu: “se não vier povo, não o faço, do contrário o faço”. No mesmo dia Frei Evaristo redigiu um Memorandum a Dom Joaquim, expondo objetivamente a situação, lamentando que no dia da festa não houve Missa.

Diversos moradores estavam com a raiva ainda aquecida e queriam desmontar Pe. João Müsch e assim, em julho de 1927 Dom Joaquim recebeu um abaixo-assinado de cinco moradores da Paróquia de São Pedro em que “declaramos a bem da verdade que o Pe. João Müsch, que paroquia São Pedro e Biguaçu, neste Estado, em prática que fez nas diversas capelas, proibiu o Povo que fosse à festa de São Pedro e São Paulo contrariando assim, a licença de S. Revma. o Sr. Arcebispo eleito, que em cartão dirigido ao mesmo Pe. João, havia dado licença, e disse mais que não iria como não foi fazer a festa aludida, do dia 29 do mês findo, e que não havia Papa nem Bispo que o mandasse, por isso que, quem mandava ali era ele Padre João Müsch, fazendo sentir a todos que, aqueles que fossem a dita festa deviam de padecer, como os que passam por um moninho e que para eles, a morte estará próxima, procurando intimidar as populações, prejudicando com isso os interesses da Religião Católica que professamos e ainda os dos que para o brilhantismo da mesma muito se esforçavam”.

 O Arcebispo agiu rápido. Em 5 de julho de 1927, Pe. Bernardo Füchter foi portador ao Pe. João da provisão que o habilitava como coadjutor de Tijucas, com prazo de três dias para deixar São Pedro, podendo depois retornar para ultimar seus negócios.

No dia 6 de julho de 1927, Pe. João escreveu, desolado: “Cheguei a Tijucas com nervos completamente estragados. Se V. Excia. Revma. tivesse dado tiro pela cabeça minha, teria preferido à remoção, então acabava-se comigo. Pois fiquei quase louco ao ouvir isso. Jesus Cristo teria me então dado a felicidade eterna pela fidelidade que mostrava com o rebanho de São Pedro. Agora está acabada a minha saúde. As minhas mãos tremem e já há três noites que não fechei mais vista”. Dom Joaquim marca com um lápis vermelho um ponto de interrogação antes da frase: “A carta minha não era para ofender a V. Excia. Revma”. Para ele, era evidente a ofensa.  Pe. João continua, dizendo que o médico lhe indicou um mês em lugares altos. E, sem licença de Dom Joaquim, partiu para Campo Alegre, hospedando-se junto ao Pe. Jacó Slater que lá trabalhava em regime de castigo, pelo qual processava Dom Joaquim em Roma, junto à Sagrada Congregação Consistorial.

E começa o drama final de Pe. João. Em 14 de julho recebeu um telegrama do Arcebispo: “Ordeno regresso imediato sob pena suspensão ipso facto incurrenda”. Chegou no dia 10 de agosto e já no dia 13 telegrafa: “Cheguei doente”. Em 19 de agosto, a Cúria lhe envia carta, pedindo informar se e quais os atos de jurisdição ou ordem que exerceu durante sua permanência em Campo Alegre. Resposta em 3 de setembro: “Tais atos são os seguintes: confessei, preguei algumas vezes e fiz uns batizados”. Com outra carta, novamente pedindo os dados, responde: “todos os dias celebrei, algumas vezes preguei, confessei poucas pessoas e fiz uns batizados”.

Em vista disso, em 19 de setembro de 1927 Frei Evaristo Schürman informou a Pe. Evaristo Reggiardo, pároco de Tijucas, que Pe. João por desobediência incorreu em suspensão e tendo, não obstante, celebrado, incorreu, igualmente, em irregularidade: “Não poderá, portanto, enquanto não for absolvido e se não reabilitar, continuar no exercício do santo ministério”. E aplica as leis da Igreja: recolher-se ou em Nova Trento, ou em Blumenau, e ali fazer os exercícios espirituais por uma semana. Em 19 de outubro, Pe. Affonso Kurzo, SJ de Nova Trento, comunica que tudo foi executado.

Doente e humilhado, em 18 de outubro pediu a excardinação de Florianópolis, “por motivos graves”, pois tinha sido aceito por Dom Guilherme Müller, de Barra do Piraí.

Dom Joaquim respondeu em 24 de outubro, lembrando que os “motivos graves” constam dos arquivos da sua secretaria e, por isso, “concedemos ao suplicante a licença discedendi in perpetuum”. Na mesma data, assina a Carta Dimissória para passar à diocese de Barra do Piraí, no Rio de Janeiro.

Pe. João Müsch, Apóstolo da Baixada Fluminense

Padre João Müsch - no dia de sua ordenação sacerdotal.

Padre João Müsch – no dia de sua ordenação sacerdotal.

Pe. João deixou a arquidiocese de Florianópolis numa situação dolorosa para ele e para Dom Joaquim. Era sacerdote jovem, mas não na idade: 48 anos, dois a menos do que o Arcebispo. Um homem que é ordenado aos 42 anos não tem a paciência de um padre jovem e, sendo alemão, as palavras que usa adquirem significado diferente em que as recebe. Conta a tradição que, numa conversa pouco virtuosa, Dom Joaquim o teria mandado plantar batatas, ao que respondeu, “mas não no seu quintal”. E assim, com apenas seis anos de ministério, Pe. João foi para Barra do Piraí, no Rio de Janeiro, onde era primeiro bispo o gaúcho Dom Guilherme Müller, o mesmo que dois anos antes recebera o santo Pe. José Sundrup, igualmente saído de Florianópolis em situação dolorosa.

Barra do Piraí era diocese imensa: compreendia todo o Sul fluminense, a baixada fluminense e a região da costa verde, com pouco clero, igrejas em ruína, quase tudo por fazer. Pe. João não escolheu trabalho. É indicativo o que dele escreveu o pedagogo e mestre no espiritismo Leopoldo Machado, seu “adversário” religioso: “Pe. João encontrara todas as igrejas em ruínas, algumas parcialmente desmoronadas. Dividia o padre João a jornada em sermões e sacramentos e pá de pedreiro, iniciando a restauração de todos os templos a um só tempo. Obra de gigante que esse cura já velho não chegou a ver terminada. Empunhando numa das mãos o missal e na outra o “livro de ouro”, sem auxiliares, pois era o único padre da freguesia, pastoreou muito tempo seus fiéis sem contestação. Reconstruiu a igreja de Santo Antônio de Jacutinga, em ruínas, e que hoje é a catedral de Nova Iguaçu”.

Em 1928, Dom Guilherme Müller nomeou o Pe. João Müsch pároco de Nilópolis e Paracambi. A posse ocorreu em 11 de Novembro daquele mesmo ano. Em 11 de novembro de 1928 tomou posse da paróquia São Pedro e São Paulo de Paracambi. Atendia também a Paróquia Santo Antônio de Nova Iguaçu e, por esse motivo, não podia acompanhar o desenvolvimento das obras como desejava, nem os ofícios religiosos da Paróquia de São Pedro e São Paulo. A partir de 1934 fixou residência em Nova Iguaçu. Acumulou também as paróquias de Nossa Senhora da Conceição de Nilópolis (1941), Nossa Senhora da Conceição de Japeri (1949) e Nossa Senhora da Conceição de Queimados. Nessa última comunidade aconteceram fatos extraordinários em sua presença. Sempre foi abnegado e despojado.

Desejava muito que houvesse Irmãs colaborando na evangelização em sua paróquia, especialmente para administrar o ensino acadêmico, mas com o diferencial: o ensino acadêmico iluminado pelo ensino religioso. Fundou uma escola paroquial em Nova Iguaçu. Para sua felicidade, em 1935 chegaram as primeiras missionárias: Irmã Maria Gertrudis Lang, Maria Inocência Merk, Maria Thusnelda Pfister, Maria Régula Huber e Maria Sebalda Weinmann, da Congregação das Irmãs Franciscanas da Imaculada Conceição de Maria, de Bonlanden. Chegaram, e tão logo iniciaram a instalação da pequena Escola das Irmãs, com as primeiras séries do primário. Tudo começou pequeno, simples, com muito sacrifício, salas improvisadas nos porões da igreja, separadas com biombos, mas com muito ardor e entusiasmo.

Já em 1936, imbuídas do carisma e missão do Instituto Religioso de Bonlanden, abriram-se as portas para o Curso Normal, preparando as futuras educadoras. Em 1938, batalhadora como era essa equipe formada de missionárias, deu-se a realização dos sonhos de Pe. João: estava fundado o Ginásio Santo Antônio. Os leigos engajados alegram-se e todas as famílias de meninas queriam experimentar daquela novidade tão rara, estudar no Colégio das Irmãs.

Padre João Müsch, com as Irmãs de Bonlanden, en frente ao Colégio

Em 1953, o Colégio Santo Antônio, que na época passou a acolher os meninos para o ensino, e já não comportava os mais de 1.200 alunos, também porque a cidade rapidamente crescia e a sua população já passava dos 90.000 habitantes. Era necessário pensar mais alto, reunir e administrar as poucas forças locais que, somadas à colaboração mais uma vez estrangeira, faria com que o projeto iniciado continuasse vivo. Era necessário ampliar as instalações, o espaço físico e erguer um novo colégio.

No dia 02 de setembro de 1957 foi lançada a pedra fundamental, e neste mesmo ano, o Ginásio Santo Antônio foi promovido a Instituto de Educação Santo Antônio – IESA, pela Secretaria da Educação do Estado do Rio de Janeiro.

E, no dia 08 de dezembro de 1966, com autoridades do MEC, autoridades civis e educacionais, diretores, superiora provincial, professores, funcionários, pais e alunos, foi realizada a solenidade de conclusão da obra que hoje é sede. “Uns semearam, outros regaram, mas Deus é quem fez crescer” (I Cor, 3, 6). Pe. João Müsch não viu a obra pronta, já descansava na Cripta da Catedral de Santo Antônio de Nova Iguaçu, diocese desmembrada de Barra do Piraí e criada em 1960.

Retornando no tempo, havia em Nova Iguaçu uma só escola, cujo diretor era Leopoldo Machado, pedagogo, escritor, espírita, mas que nunca pregara doutrinas espíritas na escola, com respeito por todos os credos. Pe. João não conseguia aceitar essa realidade, apelando até para o arcebispo do Rio de Janeiro para que interviesse junto ao Governo. Enquanto isso, do púlpito protestava contra essa realidade.

Estas diferenças provocaram um debate na Associação Atlética Filhos de Iguaçu, mediado pelo farmacêutico Sebastião Herculano de Mattos, e que gerou crônica de José Carlos Manhães para a revista Semana Ilustrada, com o título Sensacional Polêmica. Após muita discussão, Pe. João pediu permissão a Leopoldo Machado para dar aulas de catecismo no Ginásio. Leopoldo replica: “Sim, concordo em que o senhor vá ao meu Colégio ensinar o seu catecismo. Mas há de permitir que eu vá à sua igreja dar aulas do meu catecismo, concorda?”. Como era evidente que Pe. Müsch não concordaria com isso, cada um ficou com seu catecismo.

Em outro encontro público, Pe. João disse que se faria espírita se Leopoldo fizesse aparecer uma alma; Leopoldo respondeu que se faria católico se Pe. João fizesse um milagre. Aplausos de ambos os lados. Apesar disso, os dois homens se respeitavam.

Final de um zeloso padre

 A passagem dos anos tornou sempre mais apostólico e santo o ministério incansável de Pe. João Müsch. Tornou-se popular e conhecido pelos seus rápidos deslocamentos a pé em busca de locais e igrejas onde celebrar a Missa, confessar e batizar. Não gostava de carona. Ficou conhecido e reconhecido como o Apóstolo da baixada fluminense. Seu último posto foi Nova Iguaçu que hoje o recorda com nome de viaduto,  ruas e colégio.

Deus o chamou em 6 de dezembro de 1965, quando completara 85 anos de vida e 43 de ministério sacerdotal no Brasil. Cinco anos antes, a igreja matriz de Nova Iguaçu tinha sido elevada a Sé catedral e o povo nela quis sepultar Pe. João Müsch. Ali foi erguido belo monumento funerário e ex-votos de fiéis recordam as muitas graças alcançadas por sua intercessão.

O município de Nova Iguaçu também não esqueceu aquele homem de batina preta percorrendo a região, e criou um roteiro turístico e religioso para recordar os locais por onde passou: “NOS CAMINHOS DO APÓSTOLO DA BAIXADA PADRE JOÃO MÜSCH”. Os devotos e turistas caminham pelos seguintes locais seguindo esta ordem:

  • Igreja do Sagrado Coração de Jesus da Solidão (1928)
  • Praça Getúlio Vargas, em Belford Roxo (onde o apóstolo celebrava a missa campal)
  • Matriz Nossa Senhora da Conceição de Nilópolis (1941)
  • Antigo colégio São José (fundado pelo Pe. João Müsch)
  • Matriz de Santo Antônio de Jacutinga de Nova Iguaçu (onde o Pe. João Müsch serviu durante 31 anos)
  • Memorial Pe. João Müsch (na Cripta da Catedral de Nova Iguaçu)
  • Colégio das Irmãs (fundado pelo Pe. João)
  • Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Queimados (onde aconteceram vários fatos extraordinários)
  • Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Japeri (1949)
  • Matriz de São Pedro e São Paulo de Paracambi (1928)

Louvado seja o Senhor por esse Apóstolo, e bendita a região cujo solo foi abençoado por seus pés anunciando a paz.

Pe. José Artulino Besen

  1. #1 por Rodrigo J. Hoffmann em 19 de outubro de 2015 - 21:19

    Padre José, boa noite

    Acabei de ler a vida da padre João, e fico a imaginar o sofrimento que ele deve ter passado nas comunidades alemãs do início do século passado. Como sempre padre José nos informando sobre a vida dos homens de Deus que ajudaram a formar a nossa igreja.
    Padre, que felicidade a minha em poder conhece-lo pessoalmente ontem, na igreja matriz de Antônio Carlos, eu e minha esposa. Sou Rodrigo José Hoffmann e minha esposa Karen, falamos com o senhor ontem, por alguns minutos, que foram muito valiosos. Obrigado por nos atender, sou seu leitor assíduo.

    Sua bênção, e um forte abraço.

    Rodrigo

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